6 métricas para medir o sucesso do seu aplicativo

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Com as mudanças na comunicação e na forma que consumimos, os aplicativos se tornaram excelentes formas das empresas fidelizarem clientes e aumentarem suas vendas. Porém, não basta apenas investir no desenvolvimento de um aplicativo e torcer que ele funcione, é necessário acompanhar seu desempenho, o que vai além de apenas saber o número de visitantes, downloads e usuários ativos.

Por isso, antes de desenvolver seu software, confira X métricas para medir o sucesso do seu aplicativo!

1. Custo por download e custo por usuário ativo

O custo por download é essencial para entender quanto cada cliente custa para ser adquirido no seu app.

O cálculo desse custo baseia-se em dividir o custo total da aquisição pelo número de downloads.

Além disso, é fundamental calcular também o custo por usuário ativo, que deve ser entendido como o usuário que acessou o app pelo menos 3 vezes.

Assim é possível planejar suas ações de marketing para reduzir esse gasto.

2. Receita média por usuário

Após calcular o custo de um usuário, você deve calcular qual é a receita que ele gera no app.

Esse cálculo é feito dividindo a receita total pela quantidade de usuários ativos no software.

Sabendo esse valor, é possível otimizar suas campanhas e projetar um teto máximo de gastos com cada usuário.

Consequentemente, sua receita média por usuário nunca deve ultrapassar o custo por usuário.

3. Taxa de retenção

O sucesso de um aplicativo não deve ser medido apenas pelo número de downloads realizados, mas também por quantas vezes os usuários estão voltando a usar ele.

Afinal, de nada adianta alguém baixar seu app e desinstalá-lo logo em seguida.

Por isso, sempre monitore as taxas de retenção, principalmente após implementar novos recursos.

4. Taxa de engajamento

A taxa de engajamento é uma métrica usada em outras campanhas de publicidade e ela se refere ao nível de interação dos usuários com seu aplicativo.

Para calcular o engajamento de forma mais tangível, você deve analisar as seguintes métricas:

  • Tempo por sessão: quanto tempo um usuário gasta no seu aplicativo durante uma sessão;
  • Taxa de conversão em ações: a porcentagem de usuários que completa um número X de ações no seu app;
  • Opt-ins e opt-outs: respectivamente, quantos usuários se cadastram para receber notificações e quantos pedem para não receber mais;
  • Módulos do aplicativo por sessão: quantos modos do app são usadas pelo usuário em uma única sessão;
  • Intervalo de sessão: a frequência que os usuários abrem seu app.

A taxa média de engajamento dos apps mobile é de 39% de usuários ativos, por isso, monitore essa métrica para incentivar que os usuários indiquem seu app.

5. Churn

A taxa de churn mede a porcentagem de pessoas que cancelou o serviço, ou seja, que desinstalou o aplicativo.

Esse cálculo é importante para entender se seu app consegue reter a atenção do usuário, fazendo além de apenas solucionar a dúvida dele.

Quanto menor a taxa de churn do seu app, melhor, mas ela deve ser acompanhada junto à taxa de retenção dos clientes.

6. Deslocamento no funil de conversão

O funil de conversão do usuário é toda sua trajetória até tomar a ação desejada dentro do seu app.

Ele informa se seu app cumpre o objetivo e ajuda a corrigir erros do software que estejam desviando o usuário de sua trajetória de conversão.

Para analisar essa métrica, invista em ferramentas de gravação da sessão do usuário.

Por último, apesar de não ser uma métrica exata, você deve sempre registrar, analisar e responder os feedbacks dos usuários que baixaram seu app.

Só assim é possível entender se o software atende às necessidades do usuário e o que é necessário aprimorar nele.

Gostou das nossas dicas sobre métricas para medir o sucesso do seu aplicativo? Então deixe um comentário!

A importância do feedback para o desenvolvimento do seu aplicativo

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Em todos os âmbitos, o feedback é uma ferramenta para medir a qualidade de um serviço ou desempenho. Com o desenvolvimento de aplicativos não seria diferente, principalmente se o feedback for do próprio usuário.

Afinal, hoje em dia é comum os usuários levarem em consideração a nota de produtos, locais e serviços em seus sistemas de avaliação. Seria um enorme investimento de tempo e dinheiro produzir um aplicativo sem feedbacks para receber péssimas avaliações em sua versão final, não é mesmo?

Por isso, saiba no artigo de hoje qual é a importância do feedback para o desenvolvimento do seu aplicativo e como implementá-lo!

Analisando os feedbacks dos concorrentes

Antes de iniciar o desenvolvimento do seu aplicativo, crie uma lista simples com seus concorrentes diretos e indiretos.

Abra os aplicativos dos concorrentes e analise os comentários e avaliações dos usuários deles.

Registre os mais relevantes e analise também como o concorrente responde cada usuário.

A partir disso você pode entender:

  • Qual é a linguagem do seu público;
  • Como se comunicar com esses usuários;
  • Quais recursos poderiam ter no seu app para se diferenciar do concorrente;
  • Quais são as palavras-chave em comum que todos os usuários usam nas avaliações;
  • Como solucionar problemas do usuário.Essa é uma alternativa de baixo investimento, chamada mineração de reviews, e pode te fornecer insights valiosos sobre o que seu app precisa ter que o concorrente não tem, ou quais erros não cometer.

O feedback durante a etapa de testes

Ao lançar o protótipo do seu app, uma versão beta, chega a parte de pedir os primeiros feedbacks aos usuários.

Para isso, selecione o máximo de pessoas que conseguir, de diversos públicos diferentes, para entender, em primeiro lugar, se seu app é intuitivo para qualquer um.

Explique de forma rasa o que é o app e qual seu objetivo, mas não aprofunde demais para não influenciar a percepção do usuário.

Deixe-o testar o app pelo tempo que for necessário, e sempre que possível, grave ou escreva tudo que ele lhe falou.

Algumas boas perguntas nessa etapa são:

  • Você conseguiu encontrar o que queria?
  • Encontrou dificuldade para acessar alguma aba do app?
  • Houve alguma informação que você não compreendeu?
  • Durante sua navegação, encontrou algum problema que te atrapalhou?

Outras perguntas surgem naturalmente durante o processo e a trajetória de cada usuário.

O importante é que o usuário se sinta confortável para testar e lhe contar como ele se sente em cada parte do aplicativo.

Como incentivar o feedback após a versão final

Assim que lançar sua versão final do aplicativo, chegou o momento de receber as avaliações definitivas. Veja formas de incentivar o feedback nesta etapa:

 

  • Várias redes
  • Neste momento, permita que o usuário dê o feedback em várias plataformas e não apenas na loja do app.

    Por isso, mostre o seu site, sua página no Facebook e crie uma integração entre todas as redes. O usuário precisa perceber que você está disponível e acessível para receber críticas.

  • Recompensas
  • Seu app é um jogo? Forneça ao usuário uma recompensa rara do game caso ele faça uma avaliação.

    É uma rede social? Ofereça um serviço Premium por tempo limitado, sem pedir dados pessoais ou bancários em troca.

    Além de incentivar o feedback, o usuário irá conhecer mais funcionalidades do seu app, estando mais disposto a criar uma relação de fidelidade ou comprar seus produtos.

  • Notificações
  • Outra forma de incentivar as avaliações é pedir por elas dentro do próprio app. Programe para que depois de algum tempo usando o software, surja uma notificação push solicitando o usuário a avaliar.

    Por último, não se preocupe com feedbacks ruins, pois 30% dos consumidores duvidam de um produto quando não encontram avaliações negativas.

    Ficou claro a importância do feedback para o desenvolvimento do seu aplicativo? Deixe seu comentário!

 

Entenda tudo sobre geolocalização de aplicativos

geolocalização aplicativos

Em uma realidade em que cada vez mais a tecnologia está em nosso cotidiano, a geolocalização se tornou mais que uma funcionalidade. Hoje em dia ela é essencial para facilitar rotas no trânsito, mostrar serviços próximos e até garantir a segurança dos nossos amigos e familiares. Um exemplo disso é a diversidade de aplicativos que implantaram a geolocalização entre seus recursos.

Quer saber mais sobre o que é e como funciona a geolocalização de aplicativos? Confira no artigo de hoje!

 

O que é a geolocalização dos aplicativos?

A geolocalização é basicamente uma tecnologia que permite que um equipamento localize um objeto ou usuário.

Dependendo da tecnologia utilizada, a geolocalização pode mostrar tanto uma estimativa geográfica até uma identificação exata de local.

Originalmente a função foi destinada para uso militar, mas atualmente o recurso é utilizado no desenvolvimento de aplicativos, em smartphones, notebooks, tablets e smartwatches.

Alguns exemplos de apps que usam a geolocalização são: Waze, Google Maps, iFood e Uber.

 

Tipos de geolocalização

A geolocalização pode funcionar das seguintes formas:

  • GPS

Hoje em dia a tecnologia de geolocalização mais confiável e utilizada é a via satélite, o GPS.

Com ela, vários satélites conectados emitem sinais que são coletados e registrados por um terminal.

A partir desses dados, o terminal identifica latitude, longitude e altitude, determinando a localização do objeto.

  • Wi-Fi

Uma alternativa de geolocalização mais usada em ambientes fechados é por Wi-Fi.

Através de várias redes de Wi-Fi disponíveis, é possível determinar a localização de um dispositivo, mesmo que ele não esteja conectado ao GPS e que não tenha sinal da operadora.

  • GSM

Conhecida também como radiofrequência, a tecnologia de geolocalização GSM utiliza as ondas de rádio oferecidas pelas operadoras de telefonia para identificar a posição de um objeto.

Com ela, é possível localizar um dispositivo mesmo que seu GPS esteja desativado, contanto que haja algum sinal da operadora na região.

  • AGPS

O sistema de AGPS é uma versão aprimorada do GPS. Ele coleta dados via satélite, mas também recebe, ao mesmo tempo, informações de uma conexão de dados de uma operadora.

Cruzando essas informações, ele consegue informar a localização de um objeto com mais precisão.

 

Para quais aplicativos a geolocalização é indicada?

Caso você esteja planejando desenvolver um aplicativo, seja para comunicação interna da empresa ou para fins comerciais, saiba quais as melhores categorias de app para integrar a geolocalização:

  • Transporte

Tanto para o meio urbano quanto para controle de cargas, o GPS oferece o rastreamento de objetos e veículos em tempo real, sendo ideais para apps de transporte.

  • Controle parental

A segurança da família é mais um nicho em que a geolocalização se encaixa bem, pois o recurso permite acompanhar onde estão os familiares a partir do smartphone.

  • Serviços próximos

Apps de categorias como o Pedidos Já e iFood devem obrigatoriamente ter uma geolocalização integrada.

O recurso informa ao usuários quais os estabelecimentos mais próximos de sua localização, aprimorando a experiência no app.

Até mesmo na categoria de jogos é possível integrar a geolocalização para criar uma experiência de realidade virtual. Quem não se lembra do estouro de Ingress e Pokémon GO?

 

Vale a pena utilizar geolocalização em aplicativos?

Hoje em dia já se tornou comum baixar um aplicativo e aceitar todas as integrações que ele solicita, incluindo a geolocalização.

Ao aceitar essas solicitações, o usuário permite o acesso à sua localização e outras informações, pois, em troca, tem uma experiência mais personalizada no aplicativo.

Além disso, as principais vantagens de integrar a geolocalização em aplicativos são:

  • Fornece uma análise dos locais frequentados pelo usuário. Consequentemente, permite traçar um perfil dos hábitos e personalidade dos seus clientes, aprimorando o conhecimento da persona;
  • Melhora a experiência do usuário, pois pelo app é possível entregar ofertas personalizadas de acordo com sua região;
  • Permite personalizar resultados de buscas;
  • Possibilita melhorar a comunicação com os clientes através da segmentação hiper localizada;
  • Facilita o deslocamento e monitoramento da equipe externa, em caso de apps empresariais para controle e geração de rotas;

Outra vantagem é que em caso de apps que oferecem rastreamento de produtos em tempo real, a geolocalização reduz a ansiedade dos clientes e aumenta a satisfação.

 

Quais as desvantagens da geolocalização para aplicativos?

Atualmente a maior desvantagem da geolocalização em aplicativos é que ela pode gerar um sentimento de invasão de privacidade e insegurança, pois ela solicita uma informação muito pessoal do usuário.

Muitos usuários se recusam a instalar um aplicativo que solicita a geolocalização, portanto, a empresa que investe nesse recurso deve oferecer benefícios valiosos em troca da informação.

Outro empecilho é que inserir esse recurso no desenvolvimento de um aplicativo encarece seu valor, mas isso acontece com outros recursos também.

Em alguns casos, é mais válido eliminar outros recursos não tão necessários para não abrir mão das informações valiosas que a geolocalização oferece sobre os usuários do app.

 

Ainda tem alguma dúvida sobre a geolocalização para aplicativos? Deixe seu comentário!

Desenvolvimento de aplicativos: Principais diferenças entre Android e iOs

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Graças à praticidade dos softwares, possibilidade de aumentar as vendas e maior proximidade com o cliente, o desenvolvimento de aplicativos para empresas se tornou uma decisão estratégica.

Porém, na hora de escolher entre desenvolver um app para Android ou iOs, quem não tem experiência na área pode não entender bem a diferença entre as duas opções.

Por isso, descubra no artigo de hoje as principais diferenças entre o desenvolvimento de aplicativos para Android e para iOs!

1. Linguagem de programação

A principal diferença entre o desenvolvimento para os dois sistemas é a linguagem de programação usada.

No Android, as linguagens mais usadas são o Java e o C++. O Android também incorporou o Kotlin em 2017 como sua linguagem oficial 100% interoperável com o Java.

Já a Apple tem o Swift desde 2014 como língua oficial e também executa os apps no Objective-C.

Tanto o Kotlin como o Swift são códigos bastante limpos e legíveis, mas é necessário ter conhecimento sobre cada um para programar.

Além disso, o iOs roda apenas nos dispositivos iPhone, Ipod e Ipad, enquanto o Android tem uma gama enorme de dispositivos. Assim, o desenvolvimento para Android é mais complexo e demanda mais tempo que para o iOs.

2. Aceitação na App Store x Google Play Store

Após finalizar um aplicativo e enviá-lo para o processo de validação, a App Store demora mais tempo para aceitar o aplicativo.

A verificação é feita manualmente por especialistas da Apple e leva alguns dias.

No Android o procedimento é feito por testes automatizados e leva apenas algumas horas, o que facilita a aceitação de apps na Google Play Store.

Porém, isso aumenta as chances de um app com erros ser aprovado no Android, portanto, o desenvolvimento para esse sistema deve considerar as diversas simulações de bugs para evitar retrabalho após tanto tempo de produção.

3. Ambiente de Desenvolvimento Integrado (IDE)

Os programas utilizados para desenvolver os aplicativos também variam de acordo com o sistema operacional.

No Android, o IDE utilizado é o Android Studio. Para iOs, o suporte utilizado é o XCode.

O XCode é bastante intuitivo e suporta múltiplas linguagens de programação e idiomas. Nele também é possível descobrir erros de sintaxe e lógica.

Já o Android Studio é mais focado apenas no Android e ocupa muita memória, mas ele possui grande quantidade de funcionalidades.

4. Interface gráfica

Mesmo que você não seja programador, é fácil notar as diferenças do design dos aplicativos Android e iOs.

Os apps iOs são visualmente mais minimalistas e “limpos”. Eles têm cores mais claras, ícones de traços finos e usam botões sem sombras ou relevo, baseados nas Diretrizes de Interface Humana da Apple.

Já os apps para Android seguem as Diretrizes de Material Design, que não exigem linhas traços tão finos nos ícones, permitem inserir botões flutuantes com sombra e um conceito que busca mais naturalidade e imersão do usuário.

Apesar de não precisarem ser seguidas ao pé da letra, é necessário conhecer as diretrizes de cada sistema para criar um aplicativo que pareça nativo.

5. Segurança

O iOs é conhecido por seu alto nível de segurança. Além de a App Store ser a única loja permitida no iOs, realizar jailbreaking ou hackear informações nesse sistema é extremamente difícil, reduzindo os ataques de malware.

Já o Android possui código aberto e sabe-se que ele coleta e vende muitos dados para terceiros, o que torna seus aplicativos mais vulneráveis a vazamento de informações privadas.

Por último, vale lembrar que o iOs costuma ser mais lucrativo devido ao comportamento do público.

Em 2017, a receita média por usuário do Android era de U$ 11,49 para apps de compras. Já o usuário de iOs gera uma receita média de U$ 19,44 para apps de compras e esse padrão de receita se repete em outras categorias de apps.

Ainda tem alguma dúvida sobre o desenvolvimento de aplicativos para Android e iOs? Então deixe seu comentário!

Principais etapas do processo de desenvolvimento de aplicativos

Design sem nome

Ideias não faltam quando se trata de criar um aplicativo, mas é necessário passar por diversas fases para resultar em um software funcional.

Ao contrário do que muitos pensam, o desenvolvimento de um aplicativo não é sempre um processo linear, estritamente planejado e executado como a construção de um edifício.

A partir dos anos 2000 uma nova abordagem tomou espaço no desenvolvimento: os Métodos Ágeis, que visam proporcionar a maior entrega de valor para os usuários finais, respondendo às mudanças durante o projeto.

Quer saber mais sobre essa abordagem? Confira no artigo de hoje as principais etapas do processo de desenvolvimento de aplicativos!

 

1. Especificação do Aplicativo

Na primeira etapa, há um processo de imersão em que desenvolvedor busca entender a dor do cliente.

Um briefing é elaborado com todos os problemas e oportunidades do cliente, resultando nas especificações do aplicativo, quais funcionalidades ele deve conter e como deve operar.

Nesse momento também é necessário escolher a tecnologia usada – se será um sistema híbrido ou nativo.

Também é indicado fazer protótipos de baixa fidelidade para que o cliente possa visualizar o que o projeto pode entregar e responder a essas propostas.

 

2. Projeto

Antes de iniciar o processo de codificação é necessário planejar e estruturar o aplicativo.

São realizados estudos para definir o melhor local para os botões, cores indicadas, ícones, etc.

Algumas ferramentas são utilizadas para realizar o design do aplicativo, como o UML, uma linguagem de modelagem específica que permite a visualização do design de sistemas e aplicativos.

Em seguida, o modelo conceitual para o aplicativo é estabelecido e sua composição de módulos, a interface onde irá ocorrer a comunicação entre estes diversos módulos da aplicação.

Nessa etapa também ocorre a definição dos módulos e sua tradução em um pseudocódigo que permita a visualização do algoritmo.

 

3. Etapa de desenvolvimento

Nessa etapa é onde ocorre de fato o desenvolvimento, em que a metodologia mais utilizada para programar são os sprints.

É estabelecido um ciclo onde serão desenvolvidos e testados uma seleção de itens levantados na especificação do aplicativo.

Com duração de 1 a 4 semanas, o sprint gera um produto que pode ser testado e validado por um analista de qualidade.

A etapa de desenvolvimento é mais rápida se for para o iOs, pois ele já possui interfaces pré-criadas.

Os apps para Android precisam ser otimizados para diversos dispositivos e configurações específicas, o que vai demorar mais.

 

4. Fase de testes

Essa etapa é de vital importância para a saúde do projeto, pois todas as funcionalidades e códigos adicionados devem estar obrigatoriamente funcionando.

Muitas vezes alguns bugs passam despercebidos, quando poderiam ser evitados com códigos melhores e mais atenção.

Os principais testes realizados são:

  • Compatibilidade com o sistema operacional;
  • Desempenho e velocidade do app no processamento de informações;
  • Funcionalidade das ações na ordem certa;
  • User Experience e User Interface.

A cada mudança o item adicionado e os módulos com os quais ele se comunica devem ser testados.

Os testes automatizados permitem acelerar esse processo, mas eles não devem ser usados em todos os casos.

 

5. Entrega final do aplicativo

Após todas as etapas anteriores, é hora de enviar o aplicativo para a análise da App Store ou Google Play Store.

A verificação da Google acontece em algumas horas, pois é automatizada enquanto a da Apple é manual e pode durar até 7 dias.

Depois, é hora de lançar o app e monitorar os feedbacks diretos dos usuários para corrigir erros e melhorar a UX.

É necessário também ser sempre receptivo à mudanças e alterar entre essas etapas quando necessário.

 

Ainda tem alguma dúvida sobre as principais etapas do processo de desenvolvimento de aplicativos? Deixe seu comentário!

Quanto custa criar um aplicativo?

quanto custa criar app

O desenvolvimento de aplicativos demanda profissionais especializados e bastante tempo, por isso, os custos desse processo podem ser um pouco altos. Se você deseja contratar uma empresa para criar um app para o seu negócio e não sabe quais recursos financeiros são necessários para isso, confira no artigo de hoje quanto custa criar um aplicativo!

O que influencia no custo do aplicativo?

Para entender quanto custa criar um aplicativo, é necessário saber o que está incluso na precificação desse serviço. Veja!

Estágio de desenvolvimento

Seu projeto está esboçado, é apenas uma ideia ou já possui um protótipo?

O primeiro fator a influenciar o custo de um aplicativo é se ele já tem algum projeto base.

Certamente um app que é apenas uma ideia sairá mais caro do que se você já possui um MVP, um tipo de protótipo simples do aplicativo, que mostra como será a versão final dele.

Tipo de aplicativo

O tipo de aplicativo desenvolvido influencia seu preço devido aos recursos usados. Seja um app de jogos, uma rede social ou e-commerce, cada um tem um valor.

Nesta etapa, é fundamental não adicionar recursos de um tipo de app em outro, como, por exemplo, querer jogos em uma rede social. Isso deixa o desenvolvimento do app mais caro.

Tipo de desenvolvimento

O tipo de desenvolvimento também afeta o preço de um aplicativo: se será híbrido ou nativo.

Um aplicativo híbrido é aquele desenvolvido para as duas plataformas (Android e iOs), não tendo a necessidade de uma linguagem específica para cada sistema.

O app híbrido é mais rápido e simples de ser produzido, sendo  mais barato. Porém ele é mais limitado em relação às funcionalidades integradas.

O app de desenvolvimento nativo é desenvolvimento exclusivamente para uma plataforma (iOs, por exemplo).

Ele permite um uso maior dos recursos do smartphone como GPS, bússola e lista de contatos.

Tipo de plataforma

Após escolher o tipo de desenvolvimento, é necessário escolher com quais plataformas o app será compatível: iOs, Android, Windows ou todos.

Um app para Android requer mais tempo de desenvolvimento devido aos diversos dispositivos que comportam essa plataforma.

Porém, não é possível afirmar em qual plataforma sai mais barato.

Um aplicativo híbrido para as três plataformas pode sair mais barato do que um app nativo para Android, pois, como dissemos, um app nativo é desenvolvido especificamente para uma plataforma.

O preço irá variar de acordo com sua necessidade.

Design

Empresas especializadas em desenvolvimento de apps oferecem três tipos de design: básico, individual e personalizado.

Se você precisa de um design básico, o custo do app é mais baixo. Mas se no app for fundamental a experiência do usuário e um design personalizado, será necessário mais tempo para desenvolver e um orçamento maior.

Recursos personalizados

Todos os recursos de um aplicativo influenciam no seu preço. Se, por exemplo, você precisar de um aplicativo com perfil e informações de login para cada usuário, ele será mais caro.

Outros recursos como o uso de conteúdo de mídia dentro do software, geolocalização e notificações em tempo real também afetam o preço do app.

Afinal, quanto custa criar um aplicativo?

Considerando todos esses processos que influenciam no custo de um aplicativo, a verdade é que o preço de um software mobile pode variar bastante de acordo com a sua necessidade.

Para se ter uma ideia, um projeto de um aplicativo simples que consome cerca de 150 a 500 horas para ser desenvolvido, com interface e interações básicas e uma única língua pode custar entre R$ 30 mil a R$ 80 mil.

Um app de médio porte que exige mais de 800 horas de desenvolvimento custa entre R$ 100 mil e R$ 200 mil.

Aplicativos de maior complexidade e recursos, principalmente os de jogos, podem custar até R$ 300 mil.

E também não podemos nos esquecer de investir também em uma assistência técnica, que é essencial para o bom funcionamento do seu aplicativo a longo prazo.

Quer saber quanto ficaria para desenvolver sua ideia de aplicativo? Deixe seu comentário!

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